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terça-feira, 25 de junho de 2013

O amor aguarda você ser feliz


O verdadeiro sentido do amor vai muito além da posse, do apego, do rancor, da culpa e de alguns sentimentos que nos confundem quando não olhamos para nós mesmos. E sinceramente temos a mania de achar que o amor é algo que se busca, algo para ser encontrado em alguma esquina. Buscamos o amor nas festas, nos bares, restaurantes e agora também na internet. Parece ser algo urgente, pois nos ensinaram quem só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Há um grande equívoco nessa procura ansiosa, cada vez mais acelerada, cada vez mais esquisita. Amor não é remédio, não existe para curar um mal estar que você mesmo criou dentro de si e que, portanto, só você mesmo pode curar. Portanto, se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproximará. Caso o faça, vai frustrar todas as suas expectativas, por que o amor quer ser recebido com saúde e leveza. O amor não suporta a ideia de ser ingerido de quatro em quatro horas como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da baixa alto-estima. O amor não é tolo, quer ser bem tratado, escolhe as pessoas que, antes de tudo tratam bem de si mesmas. Ao contrario do que se pensa, ele não tem que vir antes de tudo: antes de estabilizar a carreira profissional, antes de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo mais dará certo. O amor, ao contrário do que pensa os afoitos candidatos a amantes, não tem pressa... ele espera primeiro você ser feliz para só então surgir diante de você. Esta é sua condição inegociável, é pegar ou largar. Ser feliz é uma necessidade natural da alma e não uma meta traçada e planejada a ser alcançada. Não envolve estratégias, só sensações. A vida sempre acontece quando a gente não está preocupado em explicá-la. Quando perdemos tempo conceituando a vida, estamos deixando-a escapar. O amor é, portanto, a fragilidade, não a força. É serenidade, água, mansidão... não tem nada a ver com agito, fogo, procura, apartamentos, piscinas, férias no exterior, passagens, carros e, muito menos, com princesas e príncipes encantados. Amar exige coragem, muita coragem, por que é entrega e está todo mundo viciado em trocas e mais trocas - tudo que o amor abomina. Estamos sempre fazendo algo esperando pela recompensa imediata. Se o desejo não é atendido, a frustração logo aparece, a sensação de abandono se instala, a tristeza vem e com ela perde-se toda e qualquer possibilidade de felicidade. Muitos são os cobradores, pouquíssimos são os doadores. Daí vem o desequilíbrio, daí vem o desamor que hoje é o maior defeito do homem. Somos mendigos de uma coisa que temos em abundância dentro de nós. Ainda não aprendemos que o amor que reivindicamos é o mesmo que precisamos dar, por que tudo começa em nós. Estamos sempre esperando que o outro tome a iniciativa. O mesmo acontece com ele. E assim o amor agoniza... sobrevive da eterna ilusão da busca, da procura, dos encontros mágicos que as novelas ajudam a instalar nas mentes mais desavisadas, quando tudo o que o amor anseia é pela distração, pelo silêncio... pela dança sem a necessidade da música. Acredito estar só no início de um longo caminho a ser trilhado, longe de mim achar que realmente o amor é isso tudo que escrevi, pois esse sentimento só sabe quem sente...mais foi assim que o budismo me ajudou a cada noite mal dormida, a cada decepção, a cada frustração...me levantar e acreditar que amor chega na hora certa... Através da recitação do nam myoho rengue kyo estou conseguindo transformar minha vida, inúmeros são os benefícios materiais mais não cabe nesse momento falar, já que o benefício maior para mim hoje é poder amar todos a meu redor independente de qualquer coisa. E como diz o nosso mestre Ikeda: "Amar não é quando duas pessoas olham uma para a outra, mas quando olham na mesma direção. O amor libera não encarcera."

M. Vinícius Sassone

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Sonho de Amor

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Se você é infeliz no amor, preste atenção no que está fazendo em sua vida. Identifique os papéis que tem assumido e reconheça que você não é nada daquilo. Descobrir como você é, do que gosta é a chave para obter felicidade.
Conhecer-se é fundamental. Saiba avaliar o que lhe dá prazer. Respeite seus sentimentos. Não tenha medo de ser o que é.
Se fizer isso, sentirá um calor agradável no peito, uma alegria gostosa, que tornará sua vida mais bonita e colocará mais sedução em seu sorriso.
Essa beleza da alma que se reflete nos sentimentos verdadeiros atrai, conquista, seduz. É o carisma. E se você jogar fora seu "sonho de amor", deixar acontecer naturalmente, gostar das pessoas como elas são, descobrirá de quanta beleza, dignidade, dedicação e amor elas são capazes. É só tentar.

Zíbia Gasparetto

sábado, 18 de agosto de 2012

Sensacões, como são difíceis de serem expressas...


O coração bate tresloucadamente, as mãos suam, nervos a flor da pele e aquela incerteza latente: ligar ou não ligar? E se ele não lembrar de mim? E se simplesmente me ignorar??? O que fazer...
Coração retumbando dentro do peito, ansiedade pura, pulsação como se tivesse acabado de correr uma maratona... E então ela decide: vou ligar e seja o que Deus quiser!
Levanta de sua mesa de trabalho, atrolhada de processos complicadíssimos que destrincha com a maior facilidade e o medo se apodera dela...
Não vou desistir, hoje eu vou ligar... Seus dedos tremulam ao digitar os números, código da operadora, 2 números, código da área, + 2, número do telefone, + 08 , são doze intermináveis números que ela digita durante os quais ela simplesmente não raciocina para não desistir.
Números discados, telefone chamando, toca uma, duas, três, ela já até está querendo desligar pensando “viu, ele não atendeu, a culpa não foi minha”! Quando ouve um alô do outro lado, daquela voz tão conhecida, jamais esquecida, apesar do tempo passado, ela tira uma forca que não sabia que possuía e comeca a falar...
Primeiro coisas triviais, “ como tu estás, e o trabalho, saúde?” e todo aquele papo educado que aprendemos a ter, como dizem os franceses “come il faut”... Perguntas que vão, respostas que vêm, questões respondidas e o tempo passando e ela pensando: “ eu não vou conseguir...” Mas ela é uma mulher determinada, que aprendeu a lidar melhor com suas emoções e que acha extremamente injusto esconder seus sentimentos dos outros e de si própria...
Então menciona: “isto não têm nada a ver com você , eu é que preciso te dizer isso...”respira fundo e solta o verbo, com uma coragem que vem das entranhas: “tu não sabes como eu te amei naquela época...”, ela nunca havia dito isso com todas as palavras: EU TE AMO! Apesar das atitudes indicaram, os olhos falarem, mas a boca era reprimida...
Não conseguia dizer durante todos os momentos apaixonados e maravilhosas vividos, essas palavras mágicas... ela ainda era uma menina-mulher, confusa, apaixonada... e achava que não dizendo isso, deixava de entregar o que já havia sido entregue a muito tempo: sua alma, seu coração e seu corpo... Quanta bobagem... só o tempo e a experiência a deixaram ver isso... Vitória! Ela disse! Conseguiu! Está em paz com sua consciência. Disse a quem nunca havia dito que o amava, apesar de um atraso de dez anos, mas isso é detalhe! Ela deixou de dizer, ele deixou de ouvir, será que mudaria algo??? Agora isso não interessa...Ele pareceu um pouco perturbado e diz que ficou emocionado... Retribui com o velho jargão “eu também gostei muito de ti”...
Ela não acredita que cumpriu a missão que tinha estabelecido para si mesma, então se despede: “um beijo para ti” e desliga.

Volta para sua sala, senta em sua mesa, em frente ao seu computador, como se nada tivesse acontecido! Tudo parece igual, seus colegas sérios trabalhando, os processos se avolumando e ela tenta se concentrar, seus olhos enchem de lágrimas, ela havia vencido mais uma batalha! Ela era uma mulher de verdade que não esconde o que sentiu, sente e sentirá! Cresceu e amadureceu!
Se parabeniza mentalmente e pensa: “a liberdade realmente é azul!”

Martha Medeiros

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O amor aguarda você ser feliz


O verdadeiro sentido do amor vai muito além da posse, do apego, do rancor, da culpa e de alguns sentimentos que nos confundem quando não olhamos para nós mesmos. E sinceramente temos a mania de achar que o amor é algo que se busca, algo para ser encontrado em alguma esquina. Buscamos o amor nas festas, nos bares, restaurantes e agora também na internet. Parece ser algo urgente, pois nos ensinaram quem só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade.
Há um grande equívoco nessa procura ansiosa, cada vez mais acelerada, cada vez mais esquisita. Amor não é remédio, não existe para curar um mal estar que você mesmo criou dentro de si e que, portanto, só você mesmo pode curar. Portanto, se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproximará.
Caso o faça, vai frustrar todas as suas expectativas, por que o amor quer ser recebido com saúde e leveza. O amor não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da baixa alto-estima. O amor não é tolo, quer ser bem tratado, escolhe as pessoas que, antes de tudo tratam bem de si mesmas. Ao contrário do que se pensa, ele não tem que vir antes de tudo: antes de estabilizar a carreira profissional, antes de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo mais dará certo.
O amor, ao contrário do que pensa os afoitos candidatos a amantes, não tem pressa... ele espera primeiro você ser feliz para só então surgir diante de você. Esta é sua condição inegociável, é pegar ou largar. Ser feliz é uma necessidade natural da alma e não uma meta traçada e planejada a ser alcançada. Não envolve estratégias, só sensações. A vida sempre acontece quando a gente não está preocupado em explicá-la. Quando perdemos tempo conceituando a vida, estamos deixando-a escapar.
O amor é, portanto, a fragilidade, não a força. É serenidade, água, mansidão... não tem nada a ver com agito, fogo, procura, apartamentos, piscinas, férias no exterior, passagens, carros e, muito menos, com princesas e príncipes encantados. Amar exige coragem, muita coragem, por que é entrega e está todo mundo viciado em trocas e mais trocas - tudo que o amor abomina.
Estamos sempre fazendo algo esperando pela recompensa imediata. Se o desejo não é atendido, a frustração logo aparece, a sensação de abandono se instala, a tristeza vem e com ela perde-se toda e qualquer possibilidade de felicidade.
Muitos são os cobradores, pouquíssimos são os doadores. Daí vem o desequilíbrio, daí vem o desamor que hoje é o maior defeito do homem. Somos mendigos de uma coisa que temos em abundância dentro de nós. Ainda não aprendemos que o amor que reivindicamos é o mesmo que precisamos dar, por que tudo começa em nós. Estamos sempre esperando que o outro tome a iniciativa.
O mesmo acontece com ele.
E assim o amor agoniza... sobrevive da eterna ilusão da busca, da procura, dos encontros mágicos que as novelas ajudam a instalar nas mentes mais desavisadas, quando tudo o que o amor anseia é pela distração, pelo silêncio... pela dança sem a necessidade da música.
Acredito estar só no início de um longo caminho a ser trilhado, longe de mim achar que realmente o amor é isso tudo que escrevi, pois esse sentimento só sabe quem sente...mais foi assim que o budismo me ajudou a cada noite mal dormida, a cada decepção, a cada frustração...me levantar e acreditar que amor chega na hora certa...
Através da recitação do nam myoho rengue kyo estou conseguindo transformar minha vida, inúmeros são os benefícios materiais mais não cabe nesse momento falar, já que o benefício maior para mim hoje é poder amar todos a meu redor independente de qualquer coisa. E como diz o nosso mestre Ikeda: "Amar não é quando duas pessoas olham uma para a outra, mas quando olham na mesma direção. O amor libera não encarcera."
M. Vinícius Sassone
Fonte: http://www.estadodebuda.com.br

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cuidado com memória de sua casa


O padrão vibratório de uma casa "tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores." Tudo o que pensamos e fazemos, as escolhas, os sentimentos, sejam bons ou ruins, são energias. O resultado "reflete nos ambientes, pessoas e situações."

O corpo é nossa primeira morada e nossa casa, sua extensão. É ela que nos acolhe, protege e guarda nossa história. Da mesma forma que limpamos, nutrimos e cuidamos da vibração de nosso corpo, devemos estender esses cuidados e carinhos ao lar. Mais que escolher o imóvel e enfeitá-lo com móveis e objetos - muitas vezes guiados apenas por modismos ou pura praticidade -, a elaboração da atmosfera de um ambiente é importante porque reflete a personalidade de seu dono, dando pistas sobre seus gostos, estilo de vida, história e sonhos.
Há quem acredite que, colocando cristais, sinos de vento, fontes, espelhos, instrumentos do feng shui, é possível atrair bons fluídos e equilíbrio para dentro de casa. "'Mas, é muito pouco, pois a personalidade de um ambiente vai além. Ela é conseguida dia após dia, não apenas com técnicas, mas com pequenos atos de carinho e com muita energia boa."
Além de atrair bons fluídos para nosso lar, temos todas as condições de criá-los no interior do próprio ambiente. O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.
Você, com certeza, já esteve em uma residência ou ambiente onde sentiu um profundo bem-estar e sensação de acolhimento, independe da beleza, luxo ou qualquer outro fator externo. Essa atmosfera gostosa, sem dúvida, era dada principalmente pelo estado de espírito positivo de seus moradores. Infelizmente, hoje em dia, é muito mais corriqueiro entrarmos em ambientes que nos oprimem ou nos dão a sensação de falta de paz e, às vezes, até de sujeira, mesmo que a casa esteja limpa. A vontade é ir embora rapidamente, "ainda que sejamos bem tratados".
O que "poucos sabem" é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores. Por isso, quando pensar na *saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé. Evite brigas e discussões desnecessárias. "Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão." Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros. Não pense no negativo! Pragas, nem pensar!
Selecione muito bem as pessoas que vão freqüentar sua casa. Festas, brindes e comemorações alegres são bem-vindas porque trazem alegria e muita energia, mas cuidado com os excessos.. Nada de bebedeiras e muito menos uso de drogas, que atraem más energias...
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração. Lembre-se que sua casa também pode estar contaminada e contaminando as pessoas que moram com você!
Aprenda a fazer escolhas e determine o que quer para sua vida e ambiente onde mora. Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?
Reflita sobre como você vive em sua casa, no que pensa, como anda seu humor e reclamações do seu dia-a-dia. 'Tudo isto interfere no seu astral'.
 
Franco Guizzetti

domingo, 22 de julho de 2012

Sentimentos e Emoções!



A dor... tão incompreendida pelo Ser Humano, canal de transmutação, canal de aprendizado para a Luz!
No rio lamacento das trevas humanas é a Luz que direciona para o crescimento e para Deus! É o canal da alquimia do ego inferior para o Eu Superior! Emoções que levam o Ser Humano aos maia*, a entrar nas sombras dos seus próprios medos, dos seus scripts negativos e... repetir constantemente as mesmas dores: ilusão de rejeição, de solidão, de fracasso, de menos valia, de abandono, de vitimação... e nesta repetição, em determinado momento, o ego cansa de sofrer e num gesto de total desespero, ele "olha para cima" e vê Deus!
Ele olha para dentro de si mesmo e vê sua própria Luz!
E neste momento, ele inicia seu processo de amadurecimento... neste momento ele escolhe a Luz! E começa seu processo de autotransformação, da alquimia de suas sombras para Luz!
Emoções... Emoções... Emoções...! Quanta confusão entre emoções e sentimentos!
Justificamos todas as nossas dores alegando emoções, acreditando que são elas que nos tornam humanos!
São os sentimentos verdadeiros que nos tornam Luz! Emoções são os mais criados pelo ego humano para justificar atitudes, que nos levam ao mundo sombrio da dor!
Cinco são os verdadeiros sentimentos do ser que busca a Luz:
Alegria / Tristeza / Medo / Raiva / Amor.
Estes sentimentos são intrínsecos ao Ser Humano... todo o resto são emoções que devemos aprender a equilibrar e controlar:
Alegria é um sentimento! Euforia é emoção! O sentimento de contentamento na alma faz com que vivamos a vida com leveza e serenidade!
Tristeza é um sentimento! Depressão é emoção! O sentimento da tristeza é natural em algumas situações da vida, mas a confiança na Lei, em Deus, faz com que sublimemos esta dor, porque compreendemos que a "dor é do ego" e não do Eu Superior! Compreendemos que tudo é passageiro e transitório!
Medo é um sentimento! Pânico é emoção! O ego humano tem vários medos que servem até como autoproteção, autopreservação, é o sentimento que nos alerta, muitas vezes, de perigos, mas o medo constante, sem motivo aparente e real, é falta de confiança no nosso Eu Superior, falta de auto-estima, falta de confiança na vida, no Plano Superior! A confiança em algo maior e em nós mesmos nos faz sem medos!
Raiva é um sentimento! Ódio é emoção! Na caminhada terrena, muitas vezes expressamos o sentimento de raiva, até como um posicionamento em algumas situações, mas este sentimento é muito rápido, muito passageiro, e é onde devemos aprender a deslocá-lo para atitudes realizadoras, soluções concretas! Estas situações servem como oportunidades de exercitarmos a paciência, tolerância, empatia e compreensão! Mas o que leva à dor profunda é quando transformamos a raiva em rancor, em mágoas, em ódios que destruem nosso equilíbrio, nossa saúde física, emocional e até espiritual! O ódio, o rancor, a mágoa, são grilhões que nos prendem à situação geradora da emoção e a Lei nos obriga a revivê-la até a transmutarmos!
Amor é um sentimento! Paixão é emoção! A maior expressão da Luz é o Amor! É a alavanca para o Processo de Iniciação! É o que leva ao altruísmo, ao humanitarismo, ao amor fraternal, universal, incondicional! No plano terreno, "ensaiamos" este sentimento nas relações afetivas e familiares! Iniciamos a descoberta do amor, ainda apegados à emoção de posse, de ciúmes, de condicionamentos, mas é o primeiro passo para alcançarmos o Amor Universal! Aprisionados aos maia do ego, envolvemo-nos nas paixões desenfreadas, justificando atitudes egóicas como sendo Amor! O Amor desprende, liberta! É a base da felicidade e da harmonia interior!
Olhemos para dentro de nós... O que realmente expressamos para nós mesmos e o mundo ? Sentimentos? Emoções? Este é o exercício diário de quem busca o crescimento! É necessário higienizarmos o nosso Corpo Emocional! O desequilíbrio no emocional é o que nos leva a tanta dor, a tanto sofrimento! Quando acalmamos nossas emoções, nós nos tornamos serenos, tranqüilos e confiantes!
As emoções nos levam às ilusões, a criarmos expectativas irreais e a comprometemos nosso discernimento, nossa capacidade de julgamento, nosso corpo mental, espiritual e físico! Comprometemos nossa aura, nosso corpo sutil! Distorcemos a realidade, ficando imersos nos mais!
Busquemos equilibrar e controlar nossas emoções, mantendo-as na faixa do equilíbrio dos sentimentos! Entremos em sintonia com a vida, com nosso Eu Superior, pois quando em sintonia com nossa alma, estamos plenos de todos nosso Poderes!
O Livre Arbítrio é a postura que adotamos nas situações de aprendizados e a Postura perante a vida é que faz a diferença!
Maia: (do sânscrito): 'ilusão'. Na filosofia hinduísta, a aparência, ilusória, da diversidade do mundo, que oculta a verdadeira unidade universal

Ingrid Dalila Engel

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Feliz Dia do Amigo!


Pela amizade que você me devota, por meus defeitos que você nem nota...
Por meus valores que você aumenta, por minha fé que você alimenta...
Por esta paz que nós nos transmitimos, por este pão de amor que repartimos...
Pelo silêncio que diz quase tudo, por este olhar que me reprova mudo...
Pela pureza dos seus sentimentos, pela presença em todos os momentos...
Por ser presente, mesmo quando ausente, por ser feliz quando me vê contente...
Por este olhar que me diz: "Amigo, vá em frente!"
Por ficar triste, quando estou tristonho, por rir comigo quando estou risonho...
Por repreender-me quando estou errado, por meu segredo sempre bem guardado...
Por seu segredo, que só eu conheço e por achar que só eu mereço...
Por me apontar pra Deus a todo o instante, por esse amor fraterno tão constante...
Por tudo isso e muito mais eu digo: "Deus te abençoe, meu querido amigo!"

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O bom jardineiro


Mais um dia se inicia. Como um milagre da vida aqui estás, desfiando perigos, ameaças que poderiam comprometer a continuidade da tua existência física. Apesar da violência que ronda as esquinas, a poucos metros de onde passas diariamente, aqui estás, prosseguindo com o roteiro estabelecido por ti mesmo para crescer enquanto alma eterna.

Perceba que não há o que temer. Se permaneces na vida terrena é porque ainda tens caminhos a percorrer por aqui. Se partires para o plano espiritual, haverá tantas outras belas estradas a seguir. Tudo dependerá do padrão vibratório que estiveres adotando. Se vibras no Bem, tua alma encarnada ou não estará feliz e em paz. Mas se a tua energia, pensamentos e sentimentos estiverem focados no mal, a tranquilidade e a harmonia não poderão fazer morada seja qual for o plano em que estiveres.

Enquanto ainda houver um traço de atraso na tua postura, nas condutas e crenças haverá trabalho de jardineiro a ser realizado nos canteiros do teu coração e da tua mente. Começa recolhendo folhas secas, amareladas, ervas daninhas, pragas. Esteja atento para não te apegares a elas. O hábito da convivência com os vícios e distorções de comportamento nos faz acreditar que este é o caminho certo. Cuidado com as ilusões neste sentido.

Reavalia dia a dia todos os teus atos, pensamentos, sentimentos, decisões. E, como bom jardineiro, arranca um a um aquele que não está sintonizado com o Bem, com a Justiça, com a Verdade e a Caridade.

Depois da limpeza, revolve a terra para que o oxigênio a revigore, coloca o adubo dos bons sentimentos, do Amor, da Fraternidade e da Compaixão. Rega as plantas com a Bondade e a Doação e ainda coloca novas sementes para que os antigos sentimentos convivam com o novo.

Em breve, colherás os resultados e, feliz, celebrarás a continuidade de uma vida de plenitude e vitórias, na conquista dos verdadeiros valores da vida, os da alma!

Luz e paz!

Maria Rosa
mensagem psicografada pela médium Cristina Barude, Salvador, 14.06.12)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Pra falar de amor


Ela tem muita dúvida como todos têm.
Mas nem todos sabem a beleza de saber lidar com a tristeza.
Ela sabe.
Ela ouve a música que seu coração pede e modela seu ritmo ao seu estado de espírito. Ela dança a coreografia de seus sentimentos, e todos podem ver.
Ela é mais que um sorriso tímido de canto de boca, dos que você sabe que ela soube o que você quis dizer.
Ela fala com o coração e sabe que o amor, não é qualquer um que consegue ter.
Ela é a sensibilidade de alguém que não entende o que veio fazer nessa vida, mas vive.

Caio Fernando Abreu

terça-feira, 8 de maio de 2012

Descomplicar


Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos e merecemos ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia…) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipiroska de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia , não importa e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza.
Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir.
Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
Não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere… sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça.E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último, risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

domingo, 29 de abril de 2012

Viver uma verdadeira experiência amorosa


Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida. Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das idéias de cada um. Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele. Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente.

Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.

Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida Um Amor de Verdade.

Zíbia Gasparetto

terça-feira, 17 de abril de 2012

Do cume da montanha


Quanta beleza reside num coração que deseja entregar o melhor de si à humanidade! A boa vontade em servir transforma cada ser em luz intensa como farol a clarear o caminho dos que passam ao redor. Seja esta luz, permita que o melhor de ti desabroche e encante a todos que te rodeiam. E que este encantamento seja revestido da simplicidade, uma das mais belas pérolas contidas na coroa dos que reinam na paz, na justiça e na verdade.
Assuma teu reino de Amor com força e coragem, pois estarás protegido da inveja e da maldade. O Amor te transforma em alquimista capaz de influenciar tudo e a todos com o perfume inebriante deste poderoso sentimento.
O aroma de rosas que ora invade o ambiente é fruto dos melhores sentimentos que cultivas. Deixa que este perfume eleve os companheiros de estrada, despertando bons sentimentos e pensamentos altruistas. Seja um influenciador da humanidade, com o carisma dos sábios e dos humildes, levando o exemplo dos destemidos, a perseverança dos guerreiros e a entrega dos amantes.
Seja um iluminado, apontando caminhos e soluções para si mesmo, pisando com segurança e firmeza na estrada que projetaste e que te levará ao cume da montanha. E que lá do alto possas vislumbrar a paisagem, a beleza, reduzindo a dimensão dos problemas que ficaram embaixo.
Na realidade, tudo é uma questão de como encaramos os desafios. Olha com distanciamento para os teus. E eles ficarão pequenos, porque te colocaste acima deles, avistando-os do cume da montanha.

Luz e paz!

Maria Rosa (mensagem psicografada pela médium Cristina Barude, Salvador, 12.04.12)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Quero sempre poder ter um sorriso


Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto,
Mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz
para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém
também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas
renúncias e loucuras, alguém me valoriza
pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo,
que abusa demais dos bons sentimentos
que a vida proporciona,
que dê valor ao que realmente importa,
que é meu sentimento...e não brinque com ele."

Mario Quintana

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Um Meio ou uma Desculpa


"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."

Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Fazer é poder!


As pessoas dizem que querer é poder…
Mentira: só querer é muito pouco!
Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer.
Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não der o primeiro passo,
Se você não sair do seu quarto,
Nem os anjos vão querer ajudar você!

A dedicação é imprescindível…
Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,
Pare de dizer que não tem dinheiro para a academia…
A rua é livre, de graça e está esperando você, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego?
Estude algo novo, entregue as suas metas, ajude os outros a resolver problemas…
E as empresas vão correr atrás de você!

Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme,
Converse com pessoas novas, ou amigos antigos de uma maneira nova…
Fale dos seus sentimentos.
Arrisque olhar nos olhos das pessoas
E o amor vai acontecer no metrô, no ônibus, no escritório, na empresa ou na escola!

Quer se tornar um palestrante sensacional?
Defina o seu posicionamento,
Estruture a sua mensagem,
Consulte os gênios do marketing,
Treine como um atleta olímpico.
Acima de tudo, ajude as pessoas…

O maior presente de Deus foi dar a você
A capacidade de ir além do que a maioria vai!

Roberto Shinyashiki O meu sucesso é o seu sucesso!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ser feliz


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Augusto Cury

domingo, 11 de dezembro de 2011

Ih! Esqueci!


A mente anda cansada, com preguiça de pensar, planejar e aprender? E o pior, você vive tendo brancos: para onde estou indo mesmo? Sei que tenho que comprar algo... Caramba, esqueci a panela no fogo! Qual é mesmo o nome daquele ator?

Bem, isso é sinal de que você está se esquecendo de colocar alguns alimentos no seu prato. Afinal, um cérebro saudável e vivo depende de uma alimentação consciente e revitalizante.

De acordo com Conceição Trucom, autora do livro "Mente e cérebro poderosos - Um guia prático para a sua saúde psíquica e emocional", Ed. Cultrix, o consumo de sementes ricas em sais mineiras faz bem à manutenção das células cerebrais todo mundo já sabe. "Mas os neurobiólogos não param de realizar estudos e a lista de alimentos que fortalecem as funções cerebrais fica cada vez mais focada no mundo dos vegetais frescos e dos grãos integrais", garante.

Nas frutas (mais precisamente no morango, no pêssego, na uva, no kiwi, no tomate, na maçã e também na cebola e no espinafre), por exemplo, encontra-se a fisetina, que segundo o Instituto Salk de estudos biológicos, na Califórnia (EUA), é fundamental para manter a memória "jovem", pois sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios e fortalecê-las.

Esse fenômeno pode ser explicado pelo fato de haver, nesses vegetais, quando frescos e crus, concentrados de compostos antioxidantes, que neutralizam os danos dos radicais livres no cérebro, melhorando a juventude, a sanidade das células e a capacidade delas de se comunicarem com todas as partes do organismo e de armazenarem informações.

Substâncias amigas do cérebro:
-Zinco, selênio, ferro e fósforo: sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Estão presentes em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde-escuro;
-Ácido cítrico: substância que participa ativamente do Ciclo de Krebs ou Ciclo do Ácido-Cítrico, quando representa um papel fundamental na respiração celular e na geração de energia humana. Presente em todas as frutas ácidas, mas sua maior concentração está nas diferentes variedades de limão;
-Vitamina E: tem ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio;
-Vitamina C: tem ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-germinadas, assim como na maioria das frutas;
-Vitaminas do complexo B: regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios. Presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais;
-Bioflavonoides: polifenóis com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, nas frutas cítricas, na uva e nas folhas verde-escuro;
-Colina: participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação das já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio;
-Acetilcolina: neurotransmissor fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.;
-Fitosteróis: estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, que reduz a proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio;
-Fosfolipídeos: funcionam como um detergente, "desengordurando" todos os tecidos por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frios; e
-Ômega 3: funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte de neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e de prímula.

Os vilões do cérebro e da memória:
-Dormir pouco ou dormir demais
-Vida sedentária e estressante
-Emoções e sentimentos mal administrados
-Tabagismo
-Alcoolismo
-Alimentação inconsciente e não balanceada
-Atitudes passionais e destrutivas
-Mau uso dos pensamentos e palavras

Thaís Bronzo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Posso ter defeitos


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Augusto Cury

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Aprendendo a curtir os verdadeiros prazeres positivos


OS PRAZERES DO CORPO - Vive bem quem consegue superar mais ou menos rapidamente as dores inexoráveis da nossa condição e que tem os meios necessários para viver próximo do ponto de equilíbrio, usufruindo de um bem-estar bastante gratificante. Esses são ingredientes essenciais à felicidade. Ela seria incompleta e desinteressante se fosse composta apenas disso. A ela se agregam os prazeres positivos, aqueles que não dependem da existência prévia de nenhum tipo de desconforto ou dor.

O exemplo mais típico de um prazer positivo é a excitação sexual: saímos do zero, do bem-estar, para um estado de inquietação sentido como extraordinariamente agradável. Sentimos a excitação e somos conscientes disso. Quando ela é muito intensa pode até mesmo interromper o processo de pensamento, determinando um estado de êxtase efêmero, mas suficientemente gratificante para justificar a busca insistente do prazer erótico por parte de quase todo o mundo.

A excitação sexual se manifesta a partir da estimulação táctil das zonas erógenas tanto quando elas são praticadas individualmente como também quando elas derivam de trocas de carícias entre duas pessoas. Nos homens, a excitação pode depender também de estímulos visuais, sem que haja nenhum tipo de contato. Os objetos de desejo sexual são de natureza muito diferente dos objetos amorosos, pois são múltiplos e indiscriminados; e nem sempre estão em sintonia com os sentimentos amorosos. O objeto do amor é muito específico, de modo que penso que só neste caso cabe falar em efetiva relação. As trocas de carícias eróticas são chamadas de relações sexuais, mas não sei se chegam a ser mesmo “relações” – isso quando acontecem fora do envolvimento amoroso.

A questão sexual é extraordinariamente complexa em nossa espécie por diversos motivos. Como as “relações sexuais” podem determinar a reprodução, sempre estiveram fortemente regulamentadas. Sempre foram mal vistas por certas correntes religiosas por serem fonte de grandes prazeres. Além disso, contém mais um ingrediente, este sim difícil de ser equacionado. Estou me referindo à vaidade, ao prazer erótico relacionado com o exibicionismo, com o atrair olhares de admiração e eventualmente de desejo, com o ato de se destacar. O destaque pode acontecer por força da beleza ou outras competências físicas extraordinárias. Ele pode se manifestar também em outras áreas, como nas realizações profissionais, artísticas ou intelectuais. Atraem a admiração e despertam uma excitação muito grande na pessoa que consegue se sobressair.

Penso na vaidade como o mais complicado elemento da nossa subjetividade. Ela é responsável pela busca de notoriedade, de chamar a atenção, da pessoa se sobrepor às outras. Acontece que aquelas que não conseguem igual destaque – e que são a maioria – se sentem diminuídas, incomodadas, invejosas e revoltadas. O destaque implica sempre na presença de propriedades incomuns, privilégio de uma minoria. Constituem-se assim as “felicidades aristocráticas”, relacionadas com a beleza física, com dotes atléticos espetaculares, com uma inteligência privilegiada, algum dote artístico valorizado ou mesmo a posse de muitos bens materiais. Elas podem fazer bem aos que as possuem, mas desequilibram as sociedades, gerando ondas de hostilidade invejosa insolúveis.

O sexo é prazer físico positivo por excelência e, por meio da vaidade, pode contaminar também os prazeres intelectuais. Existem outros prazeres físicos e que são de natureza mais democrática. Talvez devêssemos, como sociedade e como indivíduos, nos ater mais a eles. Podemos nos deleitar com a dança, com os esportes individuais por meio dos quais estamos apenas nos tornando cada vez mais bem condicionados – sem expectativa competitiva alguma. Ficamos felizes ao conseguirmos chegar ao peso desejado, ao sentirmos nosso corpo rendendo o máximo. Essas são “felicidades democráticas”, uma vez que estão aí à disposição de todos aqueles que se disciplinarem e dedicarem algumas horas da semana ao cultivo do corpo.

OS PRAZERES INTELECTUAIS - Graças ao “software” sofisticado que conseguimos construir, fomos capazes de desenvolver prazeres intelectuais autônomos – apesar de que eles também estão contaminados com a vaidade, elemento erótico por excelência. Aprender é um prazer positivo que nos acompanha desde tenra infância e que deveria ser cultivado sempre. Aprender é prazer profundamente democrático, já que aí há espaço para que todos evoluam. Perceber que conseguimos apreciar melhor as artes, que podemos curtir cada vez mais e melhor os bons filmes, que as conversas sofisticadas com os amigos queridos são uma delícia e que estamos sendo capazes de evoluir emocional e moralmente talvez sejam nossos maiores prazeres intelectuais, certamente os únicos comparáveis com os prazeres do sexo. Os genuínos prazeres intelectuais independem da vaidade, pois a boa conversa e a emoção ao ouvir uma música não necessitam de observadores – essenciais no exibicionismo.

Os avanços intelectuais e morais nos levam a ser criaturas disciplinadas e costumam trazer grande satisfação íntima. O que chamamos de auto-estima é relacionado com isso, uma vez que podemos fazer um juízo cada vez melhor de nós mesmos. Eles vêm acompanhados de melhores resultados práticos, o que reforça a vaidade. Os avanços profissionais se tornam quase que inevitáveis.

Um outro avanço fundamental também ocorre e esse tem a ver com o aspecto sentimental. Uma boa auto-estima altera o foco da admiração, que passa a se dirigir na direção das pessoas com quem as afinidades predominam. Passamos a nos encantar por pessoas escolhidas segundo os mesmos critérios que os amigos, ou seja, aqueles com quem temos o enorme prazer intelectual derivado de conversas intensas e sinceras. Amigos são criaturas confiáveis. Amigos determinam prazeres positivos porque não precisamos nos sentir desamparados ou tristes para que apreciemos muito a companhia deles. Ao estabelecermos o elo relacionado ao aconchego sentimental com um parceiro que também seja o nosso melhor amigo, estaremos nos aproximando do melhor dos mundos.

Flávio Gikovate

domingo, 13 de novembro de 2011

O que significa, na prática, viver em paz?


Vamos caminhar bem devagar e tratar de pensar um pouco mais sobre cada um destes itens. Somos um animal muito especial, dotado de um sistema nervoso central privilegiado e que foi capaz de ser utilizado de forma sofisticada graças à elaboração da linguagem – que talvez seja nossa mais importante criação. Costumo dizer que nosso cérebro é o “hardware” e que o utilizamos porque fomos capazes de elaborar um “software” competente. Nascemos com o cérebro pronto, mas o “software” foi construído por nossa espécie. É nossa marca registrada, nossa maior conquista, nossa alma. Nos distancia de forma definitiva e radical dos outros animais, apesar de conter inúmeros erros – e não poderia ser diferente, pois foi criada por nós e sem a ajuda de nenhum manual!

Ainda assim, somos parte do reino animal. E nele as reações químicas, os equilíbrios e desequilíbrios entre os líquidos que envolvem as células e o conteúdo delas, as sensações de saciedade, fome e sede, a necessidade de eliminar excrementos, os calores e frios acontecem continuamente. Nos equilibramos e nos desequilibramos em todos estes aspectos da biologia o tempo todo. Vivemos ao redor de um ponto de equilíbrio, de um estado chamado homeostase. Agora, este estado é sempre momentâneo: estamos saciados de comida e bebida (equilíbrio) e logo depois voltamos a sentir sede ou fome (desequilíbrio); nos alimentamos e nos reequilibramos. O mesmo acontece com tudo o que diz respeito ao nosso organismo.

Nosso psiquismo registra, sob a forma de pensamentos e sensações, o que acontece no organismo. Nos sentimos bem por algum tempo e logo surge algum desconforto – desequilíbrio – que nos impulsiona na direção de tentar neutralizá-lo. O equilíbrio se refaz e se desfaz o tempo todo. Nos sentimos bem quando conseguimos passar a maior parte do tempo perto deste ponto de equilíbrio, próximo do ponto que corresponde ao chamado equilíbrio homeostático. Oscilar em torno dele é viver bem e em paz.

Se estivéssemos o tempo todo em paz, talvez nos sentiríamos um tanto entediados. Mas não é necessário nos preocuparmos com isso porque se trata de uma condição que jamais irá acontecer. Na vida real sempre experimentaremos alguns desconfortos. Sentiremos fome e isso é doloroso. Quando conseguirmos ter acesso ao alimento, sentiremos um prazer que deriva do fim desta dor. É interessante reprisar que, em nós, existe uma clara sensação de prazer quando saímos de uma condição negativa para perto do ponto de equilíbrio homeostático. Este é um exemplo do que é chamado de prazer negativo, ou seja, aquele que sentimos durante a transição de uma situação dolorosa para a estabilidade. Os prazeres negativos dependem da presença prévia de alguma dor e acontecem quando voltamos à condição de estar bem.

O prazer negativo mais importante talvez seja a saúde. O sofrimento, a dor, corresponde à doença. Ao nos livrarmos dela, sentimos um enorme prazer que acontece “apenas” porque voltamos ao nosso estado usual. É interessante notar que nosso psiquismo não se ocupa muito daquilo que está indo bem. Desta forma, só damos valor à saúde depois de termos estado doentes, privados dela. Ainda assim, a alegria derivada da reconquista do bem-estar físico dura uns poucos dias. Depois voltamos a achar “normal” ter saúde.

Como temos um psiquismo complexo, podemos sofisticar a resolução dos nossos desconfortos – prazeres negativos – sendo que isso agrega mais prazer – e aí positivo, ou seja, prazer que não está diretamente relacionado com a resolução de um desconforto. No caso da comida, o alimento preparado de uma forma requintada e criativa agrega prazeres positivos à resolução do prazer negativo relacionado com a fome. No caso do vestuário isso é ainda mais evidente: a necessidade de nos protegermos contra as intempéries se transforma em fonte de prazeres eróticos exibicionistas complexos e dos quais me ocuparei adiante.

A resolução dos desconfortos e a capacidade de vivermos próximos do estado de equilíbrio que nosso psiquismo registra como bem-estar depende, em uma sociedade complexa como em que vivemos, do dinheiro. Assim, não acho conveniente desconsiderar a importância dele para que possamos ter um teto legal, comer bem, vestirmos roupas confortáveis e principalmente acesso aos recursos médicos tão essenciais. As dúvidas acerca da importância do dinheiro existem apenas no plano do supérfluo, ou seja, quanto nos faz feliz termos um armário cheio de roupas, termos acesso a locais luxuosamente decorados entre outros exemplos. Pessoalmente penso que o maior problema é que as pessoas não gostam de se sentir por baixo (dor grande relacionada com o que chamamos de humilhação). Quando vivem numa sociedade que valoriza muito estas coisas, aqueles que não as têm se sentem mal. Em outro ambiente, no qual ninguém tivesse tantos bens, talvez a necessidade de possuí-los diminuísse imediatamente. Mas este espaço é pequeno para analisarmos todos os ingredientes relacionados com esta que é uma das questões mais difíceis de serem abordadas.

Flávio Gikovate