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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Fazer é poder!


As pessoas dizem que querer é poder…
Mentira: só querer é muito pouco!
Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer.
Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não der o primeiro passo,
Se você não sair do seu quarto,
Nem os anjos vão querer ajudar você!

A dedicação é imprescindível…
Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,
Pare de dizer que não tem dinheiro para a academia…
A rua é livre, de graça e está esperando você, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego?
Estude algo novo, entregue as suas metas, ajude os outros a resolver problemas…
E as empresas vão correr atrás de você!

Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes, assista a um bom filme,
Converse com pessoas novas, ou amigos antigos de uma maneira nova…
Fale dos seus sentimentos.
Arrisque olhar nos olhos das pessoas
E o amor vai acontecer no metrô, no ônibus, no escritório, na empresa ou na escola!

Quer se tornar um palestrante sensacional?
Defina o seu posicionamento,
Estruture a sua mensagem,
Consulte os gênios do marketing,
Treine como um atleta olímpico.
Acima de tudo, ajude as pessoas…

O maior presente de Deus foi dar a você
A capacidade de ir além do que a maioria vai!

Roberto Shinyashiki O meu sucesso é o seu sucesso!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tente outra vez...

A diferença entre um fracasso e um sucesso não é aquilo que sai errado. Tanto os que fracassam quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitas vezes, os mesmos erros. Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassar por desistir ao fazer as coisas erradas.

Em qualquer momento da história, em qualquer país do mundo e em qualquer mundo do universo, não existe nenhuma diferença nos erros cometidos pelos que têm sucesso e os que têm fracasso. Nenhuma diferença. Na verdade, normalmente, os que levam os troféus da vida cometem erros maiores, mais caros e mais dolorosos do que aqueles que ficam comendo pipoca na arquibancada da existência. Naturalmente, a imagem que fica dos vencedores é aquela do pódio, do momento em que o herói levanta o troféu. Mas é somente uma cena do filme da vida dos vitoriosos. A cena editada.

Quantas vezes você viu Ayrton Senna deprimido, chorando, triste, bravo, suando enquanto reclamava que não conseguia fazer cooper, porque seu peito parecia doer? Provavelmente, nenhuma. Mas ele era humano e, por isso, também fracassava. Ainda assim, você tem a imagem do seu carro cruzando a linha de chegada, ele carregando a bandeira do Brasil e a música eternizada do tan-tan-tannnn tan-tan-tannn. Você se lembra dele no topo do pódio, levantando o troféu. Você lembra do minuto da vitória. Apenas quem conviveu com ele lembra das horas de preparação, dos dias de esforço, das milhares de vezes que ele errou e, rapidamente, corrigiu seu rumo.

Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas. Ayrton Senna cometeu todos os erros que um piloto pode cometer. Mas ele tinha um propósito e não desistiu jamais. Anote isso em sua mente: tanto os que fracassam, quanto os que atingem o sucesso, em qualquer área da vida, cometem erros. Muitas vezes, os mesmos erros. Mas os que têm sucesso não desistem. Eles continuam. Eles têm constância de propósito.

Você errou. Doeu, talvez não somente em você, mas em outras pessoas. Você sofreu. Ótimo. Isso prova que você está mais próximo do pódio, mais perto de atingir seu sonho.
Como disse Benjamin Disraeli, o segredo do sucesso é a constância de propósito. Você fez uma burrada? Excelente. Somente quem faz parte dos personagens do filme fazem burradas. Os outros pagam o ingresso no cinema para assisti-los. Entre no filme da sua vida. Você não fracassa por fazer as coisas erradas. Fracassa por desistir ao fazer as coisas erradas. Tente novamente, por mais improvável que seja. Tente. Tente. Tente!

Não importa o tamanho de sua queda, do seu erro, da sua derrota, você está mais próximo agora do que estava antes. Por isso, não desista. Jamais!

Aldo Novak

sábado, 2 de outubro de 2010

A felicidade é uma obrigação de mercado


Desculpem a autorreferência, que é vitupério - mas, estou terminando meu filme A Suprema Felicidade, que me tomou três anos, entre roteiro, preparação e filmagem. Agora, sairá a primeira cópia.

Amigos me perguntam: "Que é essa tal de A Suprema Felicidade? Onde está a felicidade?" Eu penso: que felicidade? A de ontem ou a de hoje?

Antigamente, a felicidade era uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que nos coroasse de louros; a felicidade demandava "sacrifício". Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada à idéia de "dignidade", vitória de um projeto de poder. Vemos os barbudos do século 19 de nariz empinado, perfis de medalha, tirânicos sobre a mulher e os filhos, ocupados em realizar a "felicidade" da família. Mas, quando eu era criança, via em meus parentes, em minha casa, que a tal felicidade era cortada por uma certa tristeza, quase desejada. Já tinha começado o desgaste das famílias nucleares pelo ritmo da modernidade.

Hoje, a felicidade é uma obrigação de mercado. Ser deprimido não é mais "comercial". A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina, é impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Esta "felicidade" infantil da mídia se dá num mundo cheio de tragédias sem solução, como uma "Disneylândia" cercada de homens-bomba.

A felicidade hoje é "não" ver. Felicidade é uma lista de negações. Não ter câncer, não ler jornal, não sofrer pelas desgraças, não olhar os meninos malabaristas no sinal, não ter coração. O mundo está tão sujo e terrível que a proposta que se esconde sob a idéia de felicidade é ser um clone de si mesmo, um andróide sem sentimentos.

O mercado demanda uma felicidade dinâmica e incessante, cada vez mais confundida com consumo, como uma "fast-food" da alma. O mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro nos obriga a uma gincana contra a morte ou velhice, melhor dizendo, contra a obsolescência do produto ou a corrosão dos materiais.

A felicidade é ter bom funcionamento. Há décadas, o precursor McLuhan falou que os meios de comunicação são extensões de nossos braços, olhos e ouvidos. Hoje, nós é que somos extensões das coisas. Fulano é a extensão de um banco, sicrano comporta-se como um celular, beltrana rebola feito um liquidificador. Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um "avião", uma máquina peituda, bunduda, o homem também quer ser uma metralhadora, uma Ferrari, um torpedo inteligente, e mais que tudo, um grande pênis voador.

A idéia de felicidade é ser desejado. Felicidade é ser consumido, é entrar num circuito comercial de sorrisos e festas e virar um objeto de consumo. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer que vejo nas revistas. Posso ter uma crise de depressão em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas, para quem o sorriso era quase um pecado, a gargalhada um insulto.

Bem - dirão vocês -, resta-nos o amor... Mas, onde anda hoje em dia, esta pulsão chamada "amor"?

O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de "olhos de ressaca", nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável.

Uma das marcas do século 21 é o fim da crença na plenitude, seja no sexo, no amor e na política.

Se isso é um bem ou um mal, não sei. Mas é inevitável. Temos de parar de sofrer romanticamente porque definhou o antigo amor... No entanto, continuamos - amantes ou filósofos - a sonhar como uma volta ao passado que julgávamos que seria harmônico. Temos a nostalgia lírica por alguma coisa que pode voltar atrás. Não volta. Nada volta atrás.
Sem a promessa de eternidade, tudo vira uma aventura. Em vez da felicidade, temos o gozo rápido do sexo ou o longo sofrimento gozoso do amor; só restaram as fortes emoções, a deliciosa dor, as lágrimas, motéis, perdas, retornos, desertos, luzes brilhantes ou mortiças, a chuva, o sol, o nada. O amor hoje é o cultivo da "intensidade" contra a "eternidade". O amor, para ser eterno hoje em dia, paga o preço de ficar irrealizado. A droga não pode parar de fazer efeito e, para isso, a "prise" não pode passar. Aí, a dor vem como prazer, a saudade como excitação, a parte como o todo, o instante como eterno. E, atenção, não falo de "masoquismo"; falo do espírito do tempo.
Há que perder esperanças antigas e talvez celebrar um sonho mais efêmero. É o fim do "happy end", pois na verdade tudo acaba mal na vida. Estamos diante do fim da insuportável felicidade obrigatória. Em tudo.
Não adianta lamentar a impossibilidade do amor. Cada vez mais o parcial, o fortuito é gozoso. Só o parcial nos excita. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que nunca alcançamos.
Hoje, há que assumir a incompletude como única possibilidade humana. E achar isso bom. E gozar com isso.
Não há mais "todo"; só partes. O verdadeiro amor total está ficando impossível, como as narrativas romanescas. Não se chega a lugar nenhum porque não há onde chegar. A felicidade não é sair do mundo, como privilegiados seres, como estrelas de cinema, mas é entrar em contato com a trágica substância de tudo, com o não sentido, das galáxias até o orgasmo. Usamos uma máscara sorridente, um disfarce para nos proteger desse abismo. Mas esse abismo é também nossa salvação. A aceitação do incompleto é um chamado à vida.
Temos de ser felizes sem esperança. E este artigo não é pessimista...

Arnaldo Jabor, arnaldo.jabor@estadao.com.br - O Estado de S.Paulo
03 de agosto de 2010 0h 00

domingo, 12 de setembro de 2010

"Milk", o preço da liberdade

Para continuarmos livres, é preciso defender a liberdade do vizinho como se fosse a nossa

Assistindo a "Milk - A Voz da Igualdade", de Gus Van Sant (extraordinário Sean Penn no papel de Harvey Milk), lembrei-me de um e-mail que recebi em abril de 2008. Era uma circular de www.boxturtlebulletin.com (um site sobre os direitos das minorias sexuais), que "comemorava" os 55 anos de um evento sinistro: em 1953, Dwight Eisenhower, presidente dos EUA, assinou um decreto pelo qual seriam despedidos todos os funcionários federais que fossem culpados de "perversão sexual". Essa lei permaneceu em vigor durante mais de 20 anos: milhares de americanos perderam seus empregos por causa de sua orientação sexual.

Fato frequentemente esquecido (um pouco como foi esquecida, durante décadas, a perseguição dos homossexuais pelo nazismo), nos anos 50, no discurso do senador McCarthy, a caça às bruxas "comunistas" se confundia com a caça às bruxas homossexuais. Por exemplo, uma carta do secretário nacional do Partido Republicano (citada na circular) dizia: "Talvez tão perigosos quanto os comunistas propriamente ditos são os pervertidos escusos que infiltraram nosso governo nos últimos anos". Essa não era uma posição extrema: na época, a revista "Time" defendeu o projeto de despedir todos os homossexuais que trabalhassem para o governo federal.
É nesse clima que, nos anos 70, em San Francisco, Milk se tornou o primeiro homossexual assumido a ser eleito para um cargo público.

Poderia escrever sobre as razões que, quase invariavelmente, levam alguém a querer esmagar a liberdade de seus semelhantes. O segredo (de polichinelo) é que muitos preferem odiar nos outros alguma coisa que eles não querem reconhecer e odiar neles mesmos. E poderia contar a história de Roy Cohn, braço direito de McCarthy, que morreu, em 1984, odiando e escondendo sua homossexualidade e gritando ao mundo que a causa de sua morte não era a Aids (ele foi imortalizado por Al Pacino na peça e no filme "Anjos na América", de Tony Kushner).

Mas, depois de assistir a "Milk", estou a fim de festejar o caminho percorrido em apenas meio século: o mundo é, hoje, um lugar mais habitável do que 50 anos atrás. Aconteceu graças a milhares de Harvey Milks e a milhões de outros que não precisaram ser nem homossexuais nem comunistas nem coisa que valesse: eles apenas descobriram que só é possível proteger a liberdade da gente se entendermos que, para isso, é necessário defender a liberdade de nosso vizinho como se fosse a nossa. Nos anos 70, quase decorei a carta aberta que James Baldwin (escritor, negro e homossexual) endereçou a Angela Davis (jovem filósofa, negra e militante), quando ela estava sendo processada por um assassinato que não cometera, e o risco era grande que o processo acabasse em uma condenação "exemplar". Baldwin lembrava as diferenças de história, engajamento e pensamento entre ele e Davis, para concluir: "Devemos lutar pela tua vida como se fosse a nossa - ela é a nossa, aliás - e obstruir com nossos corpos o corredor que leva à câmara de gás. Porque, se eles te pegarem de manhã, voltarão para nós naquela mesma noite".

Os direitos fundamentais não são direitos de grupo, eles valem para cada indivíduo singularmente, um a um. É óbvio que grupos particulares (constituídos por raça, orientação sexual, ideologia, etnia etc.) podem e devem militar coletivamente pelos direitos de seus membros, mas, em uma sociedade de indivíduos, a liberdade de cada um, por "diferente" que ele seja, é condição da liberdade de todos. Por quê?

Simples: se meu vizinho, sem violar as leis básicas da cidade, for impedido de ter a vida concreta que ele quer, então meu jeito de viver poderá ser tolerado ou até permitido, mas ele não será nunca mais propriamente meu direito. "Milk" é um filme sobre um momento crucial na história das liberdades, mas não é um filme "arqueológico". A gente sai do cinema com a sensação renovada de que a militância libertária ainda é a grande exigência do dia. Ótimo assim.

Um amigo me disse recentemente que eu dou uma importância excessiva à contracultura dos anos 60/70. Acho, de fato, que ela foi a única revolução do século 20 que deu certo e, ao dar certo, melhorou a vida concreta de muitos, se não de todos. Acho também que suas conquistas só se mantêm pelo esforço cotidiano de muitos. Afinal (quem viu o filme entenderá), surge uma Anita Bryant a cada dia.
Contardo Calligaris - ccalligari@uol.com.br

Na minha opinião o elenco é a força do filme, Sean Penn está perfeito! Desempenha seu papel sem exagero, ele incorpora Harvey Milk com maestria. James Franco também dá um show de interpretação no papel de Scott Smith. Os dois fazem um casal gay numa total sintonia.
O filme me comoveu, além de contar a história real a perfornce perfeita. É um marco na história onde uma causa popular toma essas dimenções. Entender como o movimento gay conseguiu se unir e ser ouvido e, lembrando da mensagem final e do que isso tudo simboliza, perceber o quanto é importante lutar pela igualdade das pessoas. Ou como diz Harvey Milk no final: "o importante é seguir lutando para que as pessoas tenham esperança. Porque a vida só tem sentido se existe a tal esperança. E isso para todas as pessoas, não apenas para os gays".
Viviane Noguerol

segunda-feira, 1 de março de 2010

O Segredo de Beethoven


Para quem tem alma de artista com certeza vai se sensibilizar com o filme “O Segredo do Beethoven”. A tradução do título não tem sentido e o filme é simples, mas com primorosa caracterização da época, sensível na fotografia e direção. Divertido e mexe profundamente com as nossas emoções. A atuação e make up de Ed Harris como Ludwig van Beethoven é fantástico e absolutamente convincente na pele do compositor. A Diane Kruger também está muito bem e em plena sintonia e cumplicidade com Ed Harris, tanto que na cena da apresentação da nona Sinfonia no teatro, com certeza, o ponto alto do filme, é divino! Ficará registrada como uma das cenas mais emocionantes que já vi no cinema. Me levou às lágrimas!

O filme acontece no ano de 1824, na cidade de Viena onde Beethoven já é um nome consagrado no mundo musical. Já estava surdo e restavam poucos dias para a premiere mundial da sua 9º Sinfonia. A bela e jovem Anna Holtz (Diane Kruger), no auge dos seus 23 anos, surgiu para substituir o velho Schlemmer (Ralph Riach), de transpor o trabalho de Beethoven para a partitura. O filme também tem passagens são hilárias, uma delas é a cena do banho Beethoven, não vou contar! rsrsrs

Não tenho o hábito de ouvir musica clássica, mas não tem como não se sensibilizar com a genialidade de Beethoven, a trilha sonora, a bela fotografia, os textos poéticos e as interpretações magníficas. A soma de tudo isso é um filme toca na nossa alma onde escutamos a musica com o nosso coração.

Beethoven tinha Deus no seu coração, ouvia com sua fé e apesar de suas limitações lutou e criou até o final de seus dias.

Adorei o filme! Com certeza vou ver outras vezes.

domingo, 24 de janeiro de 2010

The Wizard of Oz

O filme “O Mágico de Oz” foi adaptado do livro de L. Frank Baum e virou um clássico do cinema americano.


Foram 14 volumes arquivados na segunda gaveta de O a Z que condensados se transformou no sucesso que completou 70 anos em 2009. Essa história é uma demonstração de fé para os jovens de coração e o tempo não conseguiu apagar o encanto de sua gentil filosofia.

A doce interpretação de Judy Garland, aos 16 anos, “a pequena garota com uma voz grandiosa” é adorável e perfeita para o papel de Dorothy.

O fabuloso conto “O Mágico de Oz” se espalhou pelo mundo e foi traduzido para várias línguas. É um filme que toca as crianças e as crianças que existem em nós para sempre. O investimento alto para a época de U$ 2,7 milhões lhe rendeu dois prêmios do Oscar em 29 de fevereiro de 1940. Melhor filme e melhor música. Judy ganha um de excelente performance. Para a época eles quase chegaram à perfeição!

O musical imortalizou a canção “Over The Rainbown”, musica de Harold Arlen e letra de E. Y. Harburg. Naquele lugar árido o arco-iris era a única coisa colorida. A interpretação de Judy faz o casamento perfeito com o filme. Em uma carta para Harold Arlen, ela escreve: “Over The Rainbown” se tornou parte de minha vida. É tão simbólica para o sonho e desejo de todos que, estou certa de que é por isto que muitos choram quando a ouvem. Eu a cantei milhares de vezes e ainda é a canção que está mais perto do meu coração”. Toca o meu também. É uma das minhas canções favoritas e por isso tenho várias versões!

A sequência original foi feita em preto-e-branco e trouxe revoluções tecnológicas como a técnica technicolor, que colore à história assim que a menina chega ao mundo encantado de Oz. A produção da Metro-Goldwyn-Mayer foi classificado pela American Film Institute como o décimo melhor filme de todos os tempos. “E o vento levou” levou o sexto lugar.