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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Faça o que for necessário para ser feliz


Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.

Mário Quintana

terça-feira, 17 de abril de 2012

Do cume da montanha


Quanta beleza reside num coração que deseja entregar o melhor de si à humanidade! A boa vontade em servir transforma cada ser em luz intensa como farol a clarear o caminho dos que passam ao redor. Seja esta luz, permita que o melhor de ti desabroche e encante a todos que te rodeiam. E que este encantamento seja revestido da simplicidade, uma das mais belas pérolas contidas na coroa dos que reinam na paz, na justiça e na verdade.
Assuma teu reino de Amor com força e coragem, pois estarás protegido da inveja e da maldade. O Amor te transforma em alquimista capaz de influenciar tudo e a todos com o perfume inebriante deste poderoso sentimento.
O aroma de rosas que ora invade o ambiente é fruto dos melhores sentimentos que cultivas. Deixa que este perfume eleve os companheiros de estrada, despertando bons sentimentos e pensamentos altruistas. Seja um influenciador da humanidade, com o carisma dos sábios e dos humildes, levando o exemplo dos destemidos, a perseverança dos guerreiros e a entrega dos amantes.
Seja um iluminado, apontando caminhos e soluções para si mesmo, pisando com segurança e firmeza na estrada que projetaste e que te levará ao cume da montanha. E que lá do alto possas vislumbrar a paisagem, a beleza, reduzindo a dimensão dos problemas que ficaram embaixo.
Na realidade, tudo é uma questão de como encaramos os desafios. Olha com distanciamento para os teus. E eles ficarão pequenos, porque te colocaste acima deles, avistando-os do cume da montanha.

Luz e paz!

Maria Rosa (mensagem psicografada pela médium Cristina Barude, Salvador, 12.04.12)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Olhai as aves do céu


Todos os dias nós saímos de casa objetivando levantar o sustento indispensável para suprir as nossas necessidades. Neste sentido nos assemelhamos muito aos pássaros que todos os dias deixam bem cedo os seus ninhos para encontrar alimento para si e para seus filhotes. Mas há aspectos que nos diferenciam de modo significativo de nossos irmãos alados.

Em primeiro lugar, eles não têm férias ou descanso remunerado. Eles trabalham como elemento essencial de suas próprias vidas. É parte daquilo que eles entendem como existir. Você já parou para pensar que estes conceitos nasceram no contexto da revolução industrial do século XVIII?

Antes disso as pessoas só deixavam de trabalhar um dia por semana (sem férias ou feriadões) e isto por motivos religiosos. Os cristãos paravam no domingo, os judeus no sábado e os mulçumanos na sexta-feira. Nestes dias eles buscavam a Deus, conviviam em família e descansavam seus corpos das labutas do cotidiano.

Mas é preciso que consideremos a respeito da razão das férias e feriadões existirem. Creio, que o que justifica isso, é o fato de que o trabalho foi conceitualmente transformado em um transtorno, um mal necessário, e deixou de ser aquilo que era desde o início, uma expressão da natureza humana, uma condição de vida.

Os nossos amigos passarinhos não “vão trabalhar”, eles apenas “vão existir”, e isto implica em encontrar comida e disputá-la com os de sua espécie e as demais criaturas vivas, todas elas igualmente a procura de alimento, inclusive as que comem pássaros...

Uma segunda diferença tem a ver com os estoques que nós fazemos. Somos seres guardadores, pensamos que poderemos precisar um dia e, por via das dúvidas, estocamos. E fazemos isso com tudo: dinheiro, roupas, sapatos, jóias... O resultado disso é que com o tempo acabamos confundido as nossas reais necessidades, com aquilo que é de fato apenas uma baixa em nossas “reservas estratégicas”, que acabam guindadas à condição de elemento fundamental para uma existência confortável.

Os pássaros, por outro lado, não guardam nada. Nem comida, nem água, nem o material que utilizam para construir seus ninhos. Por que será? É possível que eles não o façam simplesmente porque isto é absolutamente inútil. Em condições normais haverá sempre alimento para sustentá-los e em vindo a seca e a fome o alimento que poderiam estocar não resolveria o problema. Assim, geração após geração, eles aprenderam a tão somente confiar em que a Providência suprirá o que lhes fosse necessário. Nós aprendemos a desconfiar, eles a entregar. Uma última distinção tem a ver com a simplicidade. Jesus disse que deveríamos ser “simples como as pombas e prudentes como as serpentes”. Em que reside à simplicidade dos pássaros se eles são cobertos de penas multicoloridas? Se para fazer a corte muitas espécies eriçam suas penugens e as exibem como se fossem pesados casacos de pele ou delicados e ricos vestidos?

Talvez a resposta esteja no fato de que eles só mostram o que realmente têm ou são. Não há fingimento neles. Há exibição sem exibicionismo. Há plasticidade, sem maquiagem. Lá ninguém faz nada só por status. E por falar nisso, sabe o que é status? “É gastar o dinheiro que você não tem, para comprar aquilo que você não precisa, para impressionar alguém que você não conhece”. Parece ridículo, não? Mas o fato é que nós fazemos isso o tempo todo. E por isso sofremos, nos sentimos fracassados, porque não possuímos o carro que gostaríamos, porque não freqüentamos os restaurantes que sonhamos e porque não moramos naquele apartamento que nos faria “eternamente felizes".

Contudo os nossos amigos pássaros usam apenas as penas que têm, da melhor maneira que podem. Não se sentem menores por causa da sua cor, nem por causa de seus tons. Apenas se emplumam e seguem a diante. Estou certo que seríamos muito mais felizes se, como disse o rabino da Galiléia, “olhássemos as aves do céu”.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Que eu possa sempre sentir Amor


Forças Benéficas do Universo,
Que eu possa sempre sentir Amor.
E, se em algum momento não sentir Amor, que eu possa relembrar tão logo seja possível.

Que minhas caminhadas estejam sempre casadas com os quereres mais nobres de minha alma. E, se houver aí alguma separação, que eu redescubra a conexão, tão logo seja possível.

Que minha busca por felicidade respeite sempre o livre arbítrio dos outros Seres. E, quando esse respeito não ocorrer, que eu perceba e devolva a integridade aos arbítrios ora invadidos, tão logo seja possível.

Que as pessoas que de mim se afastem possam ir melhor do que chegaram. Mas, se em piores condições elas se forem, que alguém ou algo - uma frase, uma ave ou um pôr do Sol - ou eu mesmo, as faça sentir melhor numa breve oportunidade.

Que eu possa amar meus familiares, mesmo que haja diferenças em nossas crenças e práticas, mas, se assim não foi ontem, ou hoje, que esse amor nasça e cresça o mais próximo possível do agora.

Que eu possa também amar incondicionalmente todos os viventes, independentemente de sua espécie, de sua raça, de sua orientação religiosa, de seu nível moral, de sua roupa, de sua prática afetiva, sexual ou política, mas, se ainda não puder amar, assim que eu esteja o mais próximo possível dessa condição e, logo possa sentir amor com a maior intensidade possível para mim.

Que eu possa me acolher como aprendiz da Vida, a ponto de acolher o outro assim também, como aprendiz, e amá-lo antes mesmo de entendê-lo... mas, enquanto esse auto-acolhimento não vier, que eu possa sentir minha alma aquecida pelas forças benéficas das Estrelas e da Terra e pelas Mentes e corações dos Mestres do Amor Universal.

Que eu esteja presente em todos os momentos que a Vida me trouxer, seja ele um momento grande com uma multidão, seja ele um momento breve “apenas comigo”. Nem preso no passado nem especulando o futuro, mas que eu possa estar atuante aqui, no presente, amando e aprendendo... e, se desse presente eu escapar - ora para o passado, ora para o futuro - que seja breve, que seja bom e que logo eu reencontre o presente e movimente a Vida para melhor.

Que todos os seres possam cada vez mais redescobrir suas fontes de luz e mantê-las acesas em conexão com o Universo e com o Amor que tudo constrói... e, se essa ainda não é a realidade da maioria dos terráqueos, que essa redescoberta seja o mais breve possível, que eu não duvide disso e continue acreditando no Ser Humano.

Que todos os seres aproximem-se cada vez mais de sua paz íntima... e, que eu não espere por isso para encontrar a paz para o meu coração e possa, quem sabe, colaborar com a paz de alguém. Que todos os seres sintam a Simplicidade da Vida e redescubram a divindade que são.

Que a divindade que está em mim possa encontrar-se com as divindades das pessoas, e que os meus desejos e os desejos do Amor Absoluto sejam um só.

Que eu possa Amar...
Amar logo...
Amar em breve...
Amar agora...
Amar pra sempre...

Ricardo Bodart de Andrade

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ser feliz ou ter razão?

Para reflexão...
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

Moral da história:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?"
Outro pensamento parecido, diz o seguinte: "Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam".

Passe aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Eu acredito nas pessoas


Especialmente naquelas em que habita algo mais que a humanidade.
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras entidades divinas...
Falo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes...
Daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, que tecem elogios, agradecem e pedem desculpas com a mesma simplicidade de uma criança...
Pessoas que não precisam fazer jogos para conseguir o que buscam, porque seus desejos são realizados por suas ações e reações, não por seus caprichos...
Pessoas que fazem o bem e se protegem do mal, apenas com um sorriso, uma palavra, um beijo, um abraço, uma oração...
Pessoas que atravessam as ruas, sem medo da luz que existe nelas, caminham firmes e levantam a cabeça em momentos de puro desespero...
Pessoas que erram mais do que acertam, aprendem mais do que ensinam e vivem mais do que sonham...
Pessoas que cuidam do seu corpo, porque este os acompanhará até o fim.
Não ficam julgando gordos ou magros, negros ou brancos...
Pessoas, simplesmente pessoas, que nem sempre têm certeza de tudo, mas acreditam sempre. Transparentes, amigas, espontâneas, até mesmo ingênuas...
Prefiro acreditar em relacionamentos baseados em confiança, serenidade, humildade e sinceridade...
Prefiro acreditar naqueles encontros, que nos transmitem paz e um pouco de gratidão...
Prefiro acreditar em homens e mulheres, que reverenciam a vida com a mesma intensidade de um grande amor...
Que passam pela Terra e deixam suas marcas, suas lembranças, que deixam saudades e não apenas rastros...
Homens e mulheres que habitam o perfeito universo e a perfeita ordem nele existente...
Homens e mulheres de alma limpa e puros de coração.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...
AUTO-ESTIMA

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é...
AUTENTICIDADE

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de...
AMADURECIMENTO

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é...
RESPEITO

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama...
AMOR-PRÓPRIO

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...
SIMPLICIDADE

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a...
HUMILDADE

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez.
sso é...
PLENITUDE

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é....
SABER VIVER!